Como escanear documentos pelo celular

Como escanear documentos pelo celular em quatro apps

As múltiplas funções de um celular estão sendo cada vez mais aprimoradas e desenvolvidas para que nossas necessidades diárias possam estar concentradas num único lugar: o smartphone. Desta vez, estamos falando sobre como você pode deixar de ser refém de uma máquina de scanner ou até mesmo de favores caso precise escanear aquele documento de última hora. Por meio de quatro, dos inúmeros aplicativos existentes para esta função, você consegue escanear documentos pelo celular de forma fácil, rápida e com excelente qualidade, desde que a câmera do seu celular também tenha qualidade.

Qualquer um dos apps listados a seguir, estão disponíveis tanto para Android como para IOS e possuem interface em português. Confira as principais diferenças de cada aplicativo:

– CamScanner

O primeiro passo para começar a usar o CamScanner é fazer um cadastro via e-mail ou telefone. É possível escanear e transformar em documentos, fotos que o usuário registre em tempo real ou que as tenha guardadas na galeria do celular. Após a seleção, é solicitado o ajuste de algumas opções como dimensões, brilho ou cor.  Por fim, a foto é salva no arquivo de sua preferência, PDF ou JPG.

camscanner

– ScanWrit

Ao contrário do CamScanner, este app não precisa de cadastro, mas o restante do processo é o mesmo. O usuário pode tanto aceitar o “ajuste automático” proposto pelo app, como também mexer manualmente em itens de cor, brilho e contraste, por exemplo. O arquivo será salvo na biblioteca do aplicativo e poderá ser editado com ferramentas como caneta e borracha.

 

– ScanBot

A diferença do ScanBot para os demais é que este app permite escanear diversas páginas em sequência, o que seguramente economiza tempo e trabalho. Outro diferencial é poder enviar automaticamente os arquivos para serviços de nuvem, como Dropbox e Google Drive ou compartilhar via e-mail.

 

Como escanear documentos pelo celular

– TinyScan

O TinyScan também permite que o arquivo final seja compartilhado por e-mail. A novidade é que ele oferece opções para o tamanho do papel que você deseja que determinado arquivo seja salvo. As opções variam entre o habitual A4, papel carta, A3, A5 e outros.

 

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Os riscos de manter seus aparelhos conectados ao Bluetooth

Os riscos de manter seus aparelhos conectados ao Bluetooth

Smartphones, câmeras, impressoras, sons automotivos e aparelhos de televisão são apenas alguns dos exemplos de equipamentos que podem ser conectados à um sistema para comunicação sem-fio (wireless) conhecido como Bluetooth.

No entanto, o ato (aparentemente) inofensivo de deixar o Bluetooth ligado nestes equipamentos, principalmente no seu celular, pode causar problemas graves.

O problema está em um malware (programa malicioso) conhecido por BlueBorne, que devido à sua característica de “expansão pelo ar” pode permitir que hackers invadam não apenas smartphones, mas também outros equipamentos, como aparelhos de TV ou notebooks.

Os riscos de manter seus aparelhos conectados ao Bluetooth.

Este problema foi detectado e apontado por pesquisadores da empresa de segurança Armis. Segundo o levantamento, a estimativa é de que esta falha poderia afetar mais de 5,3 bilhões de dispositivos no mundo. A empresa também complementa que além do BlueBorne, existem mais riscos. Abaixo, listamos outras três eventuais ameaças:

– Bluebugging: É considerado um dos mais graves. Este tipo de ataque aproveita os “bugs” na identificação do dispositivo para conseguir controlá-lo. O risco que se corre, vai desde o roubo de dados à propagação de vírus. Infelizmente, o BlueBorne não solicita nenhuma operação do dono do aparelho para agir, como por exemplo clicar em algum link.

– Bluejacking: Não é tão nocivo quanto ataques por meio de malwares. Neste caso, hackers acessam agendas, mensagens e dados, mas principalmente utilizam um protocolo do sistema para enviar mensagens à vítima por intermédio de um contato, uma nota ou um cartão eletrônico (VCard).

– Bluesnarfing: Está relacionado com o roubo de informações e é mais perigoso que o Bluejacking. No entanto, neste caso é mais difícil o invasor ter sucesso, pois o hacker precisaria estar a menos de 10 metros do equipamento hackeado.

Os riscos de manter seus aparelhos conectados ao Bluetooth
Os riscos de manter seus aparelhos conectados ao Bluetooth

Para se proteger contra estas invasões, existem algumas recomendações que são eficientes. A primeira delas é ter a consciência de que o mais seguro é manter o Bluetooth desligado quando ele não estiver sendo utilizado. Você também pode configurar o seu aparelho para o “modo oculto”, deixando-o invisível a hackers assim como dar preferências a equipamentos mais modernos que solicitam um código de confirmação quando alguém tenta se conectar ao seu dispositivo. Além disso, empresas como Google, Microsoft e Linux oferecem aos seus clientes programas que realizam correções em dispositivos com falhas, conhecidos como “patches”.

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#savethedate Workshop de Gestão Jurídica

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